Quais são os problemas ou enigmas mais comuns no diagnóstico da pele?

Antes do tratamento

Consulta, diagnóstico, elaboração do plano de tratamento

1. Será que um paciente não confiaria em um médico ou consultor para dar avaliações sobre sua pele que são sensacionalistas para fins comerciais?

2. Só é possível confiar no julgamento visual e empírico, faltando uma base mais científica e intuitiva?

3. Como os pacientes não conseguem compreender e reconhecer claramente os problemas reais e profundos da pele, não conseguem prever a tempo os possíveis efeitos adversos do tratamento planejado.

4. O efeito do risco, a incapacidade de alertar os pacientes em tempo hábil, de modo a evitar algumas disputas pós-operatórias desnecessárias.

Em tratamento

Não consegue descrever, apresentar ou afirmar objetivamente o progresso do tratamento? Deve continuar? Ou ajustar o tratamento?

Após o tratamento

Será que o cliente/paciente e o médico não conseguem avaliar o resultado do tratamento de forma objetiva e intuitiva?

 

Como resolver os problemas acima?

Utilizar equipamentos científicos para melhorar a conscientização do cliente sobre os sintomas da pele.

Ferramenta de comunicação intuitiva, facilitando a comunicação com os clientes.

Para oferecer aos clientes um tratamento mais preciso.

Os resultados e o progresso do tratamento podem ser acompanhados de forma contínua e eficaz.

 

A invenção deanalisador de pelePermite que o tratamento da pele se despeça da história da avaliação a olho nu, diagnosticando com precisão e quantitativamente as condições da pele. Oferece aos esteticistas e clientes uma maneira mais precisa, clara e fácil de entender o relatório de diagnóstico da pele, resultando em um gerenciamento mais eficaz e melhorando significativamente o efeito do tratamento.

 

 


Data da publicação: 23/12/2021

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